Oh cidade minha
Que me abrigou, que me viu crescer
Nas suas esquinas, ruas largas e estreitas
Da minha escola de infância e juventude
Dos postes de madeira, do mercado de vila, da padaria
Nos passeios a pé até a estação da Fepasa
Nas idas e vindas, pedalando de bicicleta
Na pracinha central, em noite de inverno
Dedilhando meu violão
Cidade Minha, Minha Cidade
Abrigo dos meus sonhos de mocidade
Paixão da minha infância
Amor da minha vida
Mesmo esquecida por muitos
Ela é minha, somente minha
Paulo Farias
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Velha Casa do Sertão
Já são cinco da manhã
Não possuo despertador, mas tenho um galo cantor
Mas de tão acostumado em acordar cedo, ele é apenas um anunciador do novo dia
A casa velha guarda grandes lembranças
Lembranças de gerações que nela repousaram
As paredes velhas, corroídas pelo tempo
Os quartos em grande número, mas vazios, todos já se mudaram
A velha sala com uma grande mesa no centro fica sempre vazia
O quartinho da dispensa, agora só guarda poeira e um velho baú
O fogão de lenha que tanta comida boa fez
Não mais existe
Agora são só ruínas, ruínas esquecidas
Assim era a casa do meu avô, que também já se mudou; foi pro céu
Paulo Farias
Não possuo despertador, mas tenho um galo cantor
Mas de tão acostumado em acordar cedo, ele é apenas um anunciador do novo dia
A casa velha guarda grandes lembranças
Lembranças de gerações que nela repousaram
As paredes velhas, corroídas pelo tempo
Os quartos em grande número, mas vazios, todos já se mudaram
A velha sala com uma grande mesa no centro fica sempre vazia
O quartinho da dispensa, agora só guarda poeira e um velho baú
O fogão de lenha que tanta comida boa fez
Não mais existe
Agora são só ruínas, ruínas esquecidas
Assim era a casa do meu avô, que também já se mudou; foi pro céu
Paulo Farias
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